COMIGO NÃO!
ESTE É APENAS MAIS UM ESPAÇO PARA DEVANEIOS. NÃO SABENDO MUITO BEM PARA ONDE IA, DEIXEI-ME IR. MAS COMO É ASSIM QUE GERALMENTE ACONTECEM AS MELHORES COISAS DA VIDA, VAMOS VER ONDE ISTO NOS LEVA.
(Foto de Luis Filipe Catarino)
E como o prometido é devido, aqui estão os pastéis.
Assim que puder vou comprar uma viatura destas. Juro. Nem me importo de pagar multas de estacionamento.
E (pelo menos por enquanto), sempre se poupa no desbloqueio de pneus !
Só mesmo uma boa aula de meditação para me acalmar a neura e reconduzir a energia para outros níveis mais elevados e saudáveis.
Aprendi há algum tempo que a Lei do Distanciamento é fundamental para o equilibrio do Ser-Humano. Só devemos receber aquilo que objectivamente queremos receber e não tudo aquilo que nos dão.
Se nos oferecem insultos, só os devemos receber se acreditarmos que são verdadeiros, e que os merecemos.
Caso contrário, cabe-nos a nós ignorá-los e deixar que a oferta permaneça nas mãos do ofertante.
Dito isto, parece-me mais fácil aplicar a dita Lei do Distanciamento quando o assunto se passa directamente comigo.
Quando alguém ousa ofender aqueles que me são próximos, solta-se em mim uma espécie de instinto maternal, naquilo que isso tem de mais básico e animalesco, que me impede de raciocinar com serenidade e sensatez.
Parto para a agressão (felizmente nunca fisica, entenda-se) mais elementar, e sou capaz de ir ao limite das minhas forças na defesa de alguém que me é querido.
Continuo a afirmar que o Joãozinho é o maior dos invejosos, e que é um parvinho à escala mundial.
Mas já o consigo olhar com alguma compaixão. Por mais que ele tente (e ele tenta…), nunca as suas maledicências e infames insinuações poderão prejudicar uma pessoa honesta e honrada, como a que ele, repetidas vezes, tem tentado atingir.
Um dia (que ninguém sabe a que distância fica…), o invejoso João vai ter que colher tudo aquilo que semeou. Nesse dia vou ter pena dele.